terça-feira, 13 de julho de 2010

HOMILÉTICA "A Arte da Pregação Evangélica" Parte II

Conceitos Básicos


A Homilética se relaciona a tudo sobre preparação e entrega de sermãos.  Os conceitos básicos que devemos saber são:

·         Exegese: Interpretação, explicação ou comentário (gramatical, histórico, jurídico, etc.) de textos, principalmente da Bíblia.
·         Eloqüência: Capacidade de falar e exprimir-se com facilidade; dom da falar com fluência.
·         Hermenêutica: Princípios de interpretação bíblica; arte de interpretar os livros sagrados e os textos antigos.
·         Homilética: Vem de homilia=conversação. Eloqüência de púlpito, de cátedra; arte de pregar sermões, não se abstendo do aprimoramento das habilidades oratórias. É a ciência que ensina os princípios fundamentais dos discursos em público.
·         Oratória: Arte de falar em público eloqüentemente ou em consonância com as regras da retórica; peça dramática religiosa.
·         Pregação: É a comunicação verbal da verdade divina com o fim de persuadir. Têm em si dois elementos: a verdade e a personalidade.
·         Sermão: Vem do latim, Sermonis=conversa e hoje significa discurso. Um discurso religioso formal, baseado na Palavra de Deus, e que tem por objetivo salvar os homens.
·         Tema: É a matéria de que trata o sermão; a idéia central do sermão; o assunto apresentado no sermão.

2. Requisitos de Um Bom Pregador

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         A pregação, isto é, a comunicação da verdade de uma pessoa para outra, é composta principalmente de: A Verdade e o Pregador. Se faltar um desses elementos a pregação será apenas um discurso e o pregador, apenas um palestrante.

         O assunto da pregação é a verdade divina, centralizada no Evangelho do modo como foi revelado e oferecido em Jesus Cristo. Seu tema é a vida eterna, como nas palavras de Jesus, ”para que tenham vida e a tenham com abundância”. Diante dessa tão grandiosa incumbência o requisito que deve estar em primeiro lugar é a genuinidade, em seguida os dotes naturais, o conhecimento e a perícia.

a)           A Genuinidade- É a qualidade da alma. É a sinceridade de quem tem verdadeiramente uma íntima comunhão com Deus. Não é uma postura assumida, nem presunção, mas uma movimentação no calor da graça divina e no fervor do Espírito Santo. Até o ímpio a identificará como uma grande devoção a Deus e mudará a sua opinião sobre o pregador. O que temos visto hoje são pregadores que pregam a Palavra como teoria que nem eles mesmos praticam. Algo bonito de se ouvir, é isso que eles querem ouvir, pensam os nossos pregadores, quando na verdade o que os ouvintes querem e precisam é ver Deus na vida do pregador, sinceridade de quem tem realmente um contato contínuo com o Pai. Seja genuíno. Pois, a vida do pregador muitas vezes fala mais alto do que a sua própria pregação. Sem a santidade o pregador torna-se um hipócrita, já que está pregando o que nem ele mesmo vive. Se você realmente deseja ser um pregador eficaz deve primar pela sua santificação pessoal, através da oração e consagração constantes, pelo bom testemunho das verdades que você prega. Como também se esvaziar de si mesmo e encher-se cada vez mais de Deus e de seu Espírito. Eu me entristeço muito ao ver muitos pregadores ministrarem a Palavra com interesse em receber uma oferta alta da Igreja, e com interesse de receber elogios e fama. Os púlpitos não podem se transformar em vitrines de estrelas, nem passarelas para alguém se apresentar.

Nós não somos estrelas, somos como a Lua, não temos luz própria, somos portadores da luz que vem do Sol da Justiça, apenas refletimos a glória de Deus. Tenha muito cuidado para não querer receber a glória que pertence a Deus, pois a glória d’Ele não divide com ninguém (Isaías 42:8).

b) Dotes Naturais e Conhecimento- O pregador necessita da capacidade de pensar claramente, de conhecimentos gerais de Português, psicologia, geografia bíblica, História Geral e Bíblica, Usos e Costumes nos tempos Bíblicos, Doutrinas Bíblicas, a fim de interpretar corretamente o texto bíblico, e para então, poder aplicá-los no seu sermão. Todo conhecimento é bem vindo na preparação de um sermão. Segundo Cícero o bom orador deve conhecer tudo. Desprezar estes conhecimentos resultou em grande prejuízo para nossas igrejas nos séculos passados. Exemplo dessas más interpretações ocorreu em uma denominação pentecostal que proibia o uso de diademas por parte das irmãs baseados em textos apocalípticos. Como também o grande erro da Igreja Católica Romana em afirmar que Pedro é a pedra sobre a qual Jesus edificaria a Igreja. Usar correta e adequadamente os conhecimentos gerais em sermões embeleza, ampliam a visão e enriquecem a pregação. Pois, toda pregação é um ensinamento, mas nem todo ensinamento é uma pregação.

         O bom pregador deve possuir sentimentos firmes e uma imaginação vigorosa, como também de capacidade de expressão. Esse último, pode se conseguir em oração. (Ex 4.11-12).

c)   Humildade (soberba e auto-exaltação são a causa da queda de muitos pregadores).
d)   Seriedade (Deus não chamou você para alegrar o povo, mas para pregar a verdade).
e)  Respeito á Deus, aos ouvintes e ao ministério da igreja. O erro de muitos pregadores intinerantes, e não somente eles, é depreciar o ministério da igreja local, como se ele fosse a solução para tudo e o ministério nada faz pela Obra.
f)    Unção do Espírito Santo (Não use a armadura de Saul, confie na sua própria chamada, não precisa imitar pregadores famosos, Deus usa a cada um de uma forma diferente e especial).

Lembre-se que o Deus que chamou Moisés, Jeremias, Pedro, João e tantos outros, também os capacitou. Portanto, não tenha medo, Deus chama homens dispostos á anunciarem a Palavra que transforma vidas!

Aniversário da Assembléia de Deus Filadélfia

Que a graça e a paz de Cristo esteja convosco.


Estamos grandemente agradecidos ao Deus Eterno por suas operações sobrenaturais que operou em nosso meio. Deus derramou rios de alegria e copiosas  chuvas de sua graça. Agradeço a Ele e a todos que direta e indiretamente contribuíram para esta festa tão gloriosa.




Agradecemos aos pastores Armando Filho, Lucas Lima, Francisca Rodrigues e a todos que nos honraram com sua presença.



segunda-feira, 5 de julho de 2010

HOMILÉTICA "A Arte da Pregação Evangélica" Parte I

Traremos uma série de estudos sobre Homilética, a arte da pregação. Nesta primeira parte traremos uma breve introdução ao tema. 



Introdução

        Como é maravilhoso sentar-se para ouvir um pregador manejando bem a Palavra da Verdade. Principalmente quando ela está carregada de muita unção e bem elaborada. Mas, existem pregadores desagradáveis de se ouvir, ora pelo sermão não preparado ou pela transmissão inadequada. Helmut Thielicke, famoso pregador alemão, disse: "Onde quer que encontremos, hoje em dia, uma congregação cheia de vida, encontraremos no centro uma pregação cheia de vida". Mas, como atrair a atenção do auditório sem perder a essência da Palavra? Como pregar persuasivamente bem? Surge então a necessidade da Homilética. Como qualquer outro artista, fazendo, aprende melhor. Se o estudante buscar o Reino de Deus, amar as pessoas, estudar a obra da pregação e preparar-se para a eficiência no púlpito, de acordo com os ideais deste estudo, poderá crescer, ano após ano, como pregador. Que ninguém se dedique a uma vida de pregação sem antes refletir e orar; mas, uma vez tomada a decisão de pregar ou aceito o “chamado”, que esforço nenhum seja então poupado na preparação.

A pregação é característica peculiar do cristianismo; nenhuma outra religião jamais tornou a reunião freqüente e regular de massas humanas para se ouvir a instrução religiosa e a exortação como parte integrante do culto divino. Houve algo semelhante no judaísmo, mas não com tanta ênfase como no cristianismo.

A pregação se constitui uma função primária da igreja.
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Foi-lhe entregue o livro do profeta Isaías; e abrindo-o, achou o lugar em que estava escrito: O Espírito do Senhor está sobre mim, porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos, e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e para proclamar o ano aceitável do Senhor.” 
Lc 4.16-21

         Como podemos ver, o próprio Jesus deu primazia ao ministério da pregação e por isso, ao pregar nos mais diversos lugares: sinagogas, nos montes, à beira-mar, indo de vilarejo a vilarejo, arrastava multidões com suas palavras de graça e autoridade de Seu ensino. Sua pregação era um clamor, que muito insistia por sua compaixão e que era poderoso por sua urgência.

         Embora existam atualmente vários meios para comunicar a verdade, como rádios, filmes, livros, revistas e outros tantos, nada pode substituir a pregação da Palavra de Deus. Quando um homem se mostra apto para ensinar, cuja alma está nas chamas da verdade que ele acredita tê-lo salvo e espera salvar os outros, fala face a face a seus semelhantes e os raios de simpatia vão e vêm entre ele e seus ouvintes, até elevar a uns e outros , cada vez mais alto, a intensos pensamentos, até a mais calorosa emoção- de modo que se sintam arrebatados por carros de fogo para além do mundo- há aí um poder que envolve os homens, que influencia o caráter, a vida e destino, poder nenhum que página impressa, cabinas de rádio, ou telas de cinema jamais produzirão.

         Por isso, devo trazer uma advertência aos pastores: Cuidado! Não substituam a pregação da Palavra de Deus em suas igrejas pela obra pastoral ou pelo louvor na liturgia dos cultos. É você pastor que deve ministrar a Palavra nos púlpitos de suas igrejas e deve mostrar ás suas ovelhas o quão importante é a Palavra de Deus para a vida de qualquer cristão. Também não se esqueça da dedicação ao prepará-lo, e tenha cuidado para não estar cansado demais para ministrar, pois a igreja também ficará.

 
Nunca reserve os chamados dez ou cinco minutos para a pregação da Palavra. Ela tem primazia em qualquer lugar! Você que almeja ser um arauto de Cristo também deve, de fato, dedicar-se ao estudo da Palavra e no aperfeiçoamento deste talento. Por isso, este estudo será um bom auxílio para seu crescimento na graça e no conhecimento.

Se você acha este estudo proveitoso, deixe o seu comentário.

Flávio Alves

A glória de perder e a tragédia de ganhar

Quantos sejam os anos da vida de um ser humano, ela sempre se caracteriza por uma sucessão de ganhos e perdas.Jesus estabeleceu princípios estranhos, porém sólidos e verdadeiros ao deixar claro que para ganhar é preciso perder.


Muitos vivem preocupados o tempo todo com a falsa glória de perder peso e a penosa tragédia de ganhar fama. A perda de peso é falsa porque nada acrescenta ao caráter. O lucro da fama pode ser uma tragédia pelos inimigos que conquista e pelo mau uso das benesses por ela adquiridas.


Ganhar a salvação quase sempre significa perder amigos, mas estes são efêmeros enquanto aquela é eterna.Quando Cristo nos ganhou, o Diabo nos perdeu. Moisés perdeu o fausto do trono do Egito, mas ganhou a glória da comunhão com Deus no monte.


Abraão perdeu a estabilidade de Ur dos Caldeus, mas ganhou o status de peregrino de Adonai. Em Ur, vivia em esterilidade.Como peregrino, tornou-se pai de uma multidão de nações.


Muitos perdem a honra quando ganham muito dinheiro. Outros ganham reputação, quando perdem o temor de ser honrados.Muitos perdem o tempo que não sabem aproveitar e ganham o prêmio da inatividade.


Outros ganham o troféu de laboriosos, enquanto perdem o amor pela inércia. Abrão perdeu o nome de mais alto, para ganhar o de mais amado. É melhor ser amado em baixo, que desprezado em cima.


Jacó perdeu o direito de andar totalmente ereto entre os homens, mas ganhou o privilégio de um novo nome, que o declarava príncipe de Deus. É melhor ter o defeito de Jacó que a beleza de Absalão.


Daniel perdeu o prazer de ricos banquetes, mas ganhou a bênção de interpretar sonhos do rei. José perdeu a emoção de uma aventura rápida com a mulher de Potifar para ganhar a designação de Primeiro-Ministro da nação mais poderosa de seu tempo.


Esaú perdeu o respeito pela primogenitura para ganhar o título de leviano e fornicário. João Batista considerou uma glória perder a cabeça física, para poder ganhar a aprovação da Cabeça Espiritual.


Ananias quis ganhar algumas cédulas que enriqueceriam seu patrimônio, mas perdeu a própria vida, sob o juízo de Deus. Alguns perdem o respeito para ganhar posições. Outros perdem posições para ganhar o respeito.Existem os que choram quando ganham, pois sabem que a vitória era de outros e os que se alegram quando perdem, pois perderam o que não deviam possuir.


Na contabilidade espiritual de Paulo, perder posições humanas era uma glória, enquanto ganhar almas era um privilégio. Caro leitor, como estás no ganha-e-perde da vida? Bem-aventurados os que se desvencilharam de tudo que ganharam erradamente. Mais bem-aventurados ainda os que conseguiram recuperar tudo aquilo que jamais deveriam ter perdido.


O filho pródigo, longe de casa, experimentou a tragédia de ganhar amigos. Só quando vivenciou a glória de os perder, se sentiu realmente feliz.O irmão do filho pródigo perdeu a alegria quando o viu ganhar a reconciliação. Para aqueles que choram as muitas perdas de ontem, recordamos que elas serão superadas e esquecidas pelas vitórias de amanhã.


O cego de Jericó viveu a glória de “perder” sua capa, para não sentir a tragédia de ganhar a morte estando ainda cego.Ganhar é uma tragédia quando está em jogo aquilo que não se deveria possuir. Perder é uma glória quando se trata daquilo que jamais se deveria obter.


Quando Jesus quis declarar que a tragédia de ganhar o mundo só pode ser evitada pelo desprezo à glória de ganhar o que ele oferece, Ele propôs uma questão, que nunca pode ser esquecida:“De que aproveitaria ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma”?


Pr. Geziel Gomes

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Assembléia de Deus Sulcoreana



Foi um imenso prazer poder ministrar na Assembleia de Deus da Coréia do Sul em Natal-RN. Sob a liderança do pastor Genesse, a igreja é filha da maior Assembleia de Deus do mundo na Coréia do Sul, sob a presidência do Pastor David Paul Yong Chu. 

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Quando o leão virou um cordeiro At 9.1
      
  Quem era: Quando nasceu colocaram-lhe o nome de Saulo para honrar o primeiro rei de Israel. Estudou filosofia, retórica, matemática e as Escrituras. Freqüentava regularmente a sinagoga e se tornou um fariseu. Foi educado pelo famosíssimo rabino fariseu, Gamaliel. Era famoso em Jerusalém por ser o jovem mais dedicado do farisaísmo. Seu zelo ardente pela religião o levou a perseguir ferrenhamente os seguidores de Jesus, não poupando nem os melhores.

(Atos 9:1) - E SAULO, respirando ainda ameaças e mortes contra os discípulos do SENHOR, dirigiu-se ao sumo sacerdote.

2.      Havia provado sangue e agora desejava mais. Ele respirava ameaças e mortes por que agora vivia para perseguir, prender, espancar e matar os que seguiam Jesus.

(Atos 9:2) - E pediu-lhe cartas para Damasco, para as sinagogas, a fim de que, se encontrasse alguns daquela seita, quer homens quer mulheres, os conduzisse presos a Jerusalém.

3.      Damasco é uma das cidades mais antigas do mundo. Ficava a 240 km de Jerusalém. Até hoje existe a Rua Direita.

(Atos 9:3) - E, indo no caminho, aconteceu que, chegando perto de Damasco, subitamente o cercou um resplendor de luz do céu.

4.      Ele viu uma grande luz (22.6) em pleno meio-dia! A luz de Cristo é mais forte que a da luz do sol do meio-dia.

(Atos 9:4) - E, caindo em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?
(Atos 9:5) - E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões.

1º FATO: Jesus está vivo! Ao contrário do que os ateus acham, Jesus não foi apenas um homem como Gandhi, Confúcio, Mandela ou outro ser humano diferente, ele foi o único que ressuscitou dos mortos e hoje está VIVO assentado à direita de Deus! Isto é, Jesus Cristo é Deus (Is 9.6).

2º FATO: Quem persegue crente, persegue a Jesus. "E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues". Eis um recado para todos que perseguem qualquer pequenino da "eklésia" (igreja) do Senhor. O que será daqueles que ainda hoje perseguem os cristãos na China, Índia, Irã e tantos países onde o evangelho é hostilizado.

3º FATO: Saulo o chamou de Senhor: Ele reconheceu que Jesus é o Senhor da Glória! Aguardo o dia em que todos os perseguidores de Cristo e dos seus servos reconhecerão Jesus em alto e bom som: "Senhoor!" (Romanos 14:11) -  Porque está escrito: Como eu vivo, diz o Senhor, que todo o joelho se dobrará a mim, E toda a língua confessará a Deus. 

4º FATO: Saulo se rendeu. O mundo(a humanidade) mesmo durante a Grande Tribulação se levantará contra Deus e seu Filho. Mas, um dia terão que se render ante o seu divino e absoluto poder!

5º FATO: Jesus estava no alto, enquanto Saulo estava em baixo. Jesus estava falando mais que suas palavras diziam para Saulo: “Eu Sou Jesus que está vivo, ressuscitado dos mortos, assentado á direita de Deus, como Estevão falou e tu não creste. E tu és aquele que persegue os meus seguidores e agora estás ai, no chão, humilhado, rendido, apavorado por que não passas de um homem fraco diante de um Deus Onipotente.”

6º FATO: Não adianta lutar contra Deus, tal como um boi que dar coices contra o aguilhão quando lhe é colocado o jugo, pois quem manda é seu senhor. O homem que luta contra Deus, é como um peixe que luta contra o anzol de um bom pescador, quanto mais ele se bater mais rápido se renderá e em breve estará dentro do barco!

(Atos 9:6) - E ele, tremendo e atônito, disse: Senhor, que queres que eu faça? E disse-lhe o Senhor: Levanta-te, e entra na cidade, e lá te será dito o que te convém fazer. 


7º FATO: A partir de agora Saulo receberia ordens do Senhor Jesus a quem ele perseguia.

Jesus derrubou o orgulho de Saulo até o pó, a fúria do homem foi apagada pelo resplendor da glória de Deus, e o leão feroz foi transformado em um cordeiro cego e manso! Dependente inteiramente da graça daquele a quem ele perseguiu. Como Jesus é maravilhoso e sua graça é infinita:

A partir daí ele passou a dizer: (Gálatas 2:20) -  ... e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.

Abreu e Lima, 25 de Março de 2010.