“Uma janela de vidro está diante de nós. Levantamos os olhos e vemos o vidro; notamos sua qualidade, observamos seus defeitos e especulamos sobre sua composição. Ou olhamos através dele na perspectiva de ver além terra, céu e mar. Da mesma forma, há duas maneiras de se olhar o mundo. Podemos ver o mundo e ficar absorvidos pelas maravilhas da natureza. Essa é a maneira científica. Ou podemos olhar diretamente através do mundo e ver Deus por detrás dele. Essa é a maneira religiosa. A maneira científica de olhar para o mundo não é mais errada do que a maneira do fabricante do vidro olhar a janela. Essa maneira de olhar para as coisas tem um uso muito importante. No entanto, a janela foi colocada não para ser observada, mas para observarmos através dela, e o mundo falha em seu propósito a menos que também olhemos através dele e os olhos repousem não nele mas no Deus que o fez”
B.B. Warfield
WARFIELD, Benjamin B., Selected shorter writngs of Benjamin B. Warfield, Vol 1, pp.108.
sábado, 30 de outubro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
O Império contra-ataca!
O IMPÉRIO CONTRA-ATACA
Silas Malafaia responde as acusações de Edir Macedo
Apesar de não concordar com muitas atitudes de Silas Malafaia e de seus profetas, nesta hora paro para aplaudi-lo por falar o que está engasgado na garganta do povo evangélico do Brasil.
Assista todo o vídeo.
Silas Malafaia responde as acusações de Edir Macedo
Apesar de não concordar com muitas atitudes de Silas Malafaia e de seus profetas, nesta hora paro para aplaudi-lo por falar o que está engasgado na garganta do povo evangélico do Brasil.
Assista todo o vídeo.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Saia da frente!
Exemplos de arrogância
O diálogo abaixo é verídico, e foi travado em outubro de 1995 entre um navio da marinha norte-americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.
Os norte-americanos começaram na maciota:
“Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.”
“Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.”
Os canadenses responderam de pronto:
“Recomendo mudar o SEU curso 15 graus para sul.”
O norte-americano ficou mordido:
“Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o SEU curso.”
Mas o canadense insistiu:
“Não. Mude o SEU curso atual.”
O negócio começou a ficar feio. O capitão norte-americano berrou ao microfone:
- ESTE É O PORTA-AVIÕES USS LINCOLN, O SEGUNDO MAIOR NAVIO DA FROTA AMERICANA NO ATLÂNTICO. ESTAMOS ACOMPANHADOS DE TRÊS DESTROYERS, TRÊS FRAGATAS E NUMEROSOS NAVIOS DE SUPORTE. EU EXIJO QUE VOCÊS MUDEM SEU CURSO 15 GRAUS PARA NORTE, OU ENTÃO TOMAREMOS CONTRAMEDIDAS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DO NAVIO.
E o canadense respondeu:
“Aqui é um farol, câmbio!”
Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos. Quantas vezes criticamos a ação dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós, quando, na verdade, nós é que deveríamos mudar o nosso rumo.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
BENJAMIM: Um duplo tipo de Jesus
BENJAMIM: Um duplo tipo de Jesus
Gênesis 35:18 Já a ponto de sair-lhe a vida, quando estava morrendo, deu ao filho o nome de Benoni. Mas o pai deu-lhe o nome de Benjamim.
Apesar de não encontrarmos em nenhum versículo sequer do primeiro livro a esperança de uma vida pós-morte no pacto abraâmico, encontramos esta fé implícita em algumas passagens do Gênesis. Vemos esta fé atrelada nas palavras de Abraão quando garantiu que ele e seu filho Isaque retornariam aos seus servos depois de terem realizado o sacrifício no Moriá, onde o próprio Isaque seria a vítima deste sacrifício. Hebreus 11:19 Abraão levou em conta que Deus pode ressuscitar os mortos e, figuradamente, recebeu Isaque de volta dentre os mortos.
Quando Raquel estava prestes a falecer na hora parto de seu último filho, deu-lhe o nome de “Benoni”, que em hebraico é “Ben-'Owniy”, que siginifica “filho da minha tristeza”. Como foi triste para Raquel ter que deixar seu grande amor Jacó e agora não poder criar e amamentar seu segundo filho; diante desta realidade tão triste, ela o chamou de Benoni a fim de demonstrar sua grande tristeza. Como estava triste o coração de Raquel nesta hora em que deveria estar alegre! Além de se entristecer na hora em que seu filho estava nascendo agora estava abandonando seu corpo desfalecido para enfrentar as incertezas e os mistérios do além.
Figurativamente, Benoni é um tipo profético de Jesus, pois vemos que ele seria o filho que por sua causa uma dor transpassaria a alma da sua própria mãe: Lucas 2:35 ... Quanto a você, uma espada atravessará a sua alma. Que mãe suportaria ver o seu filho ser preso, espancado, chicoteado, injustiçado, e crucificado? Que tamanha dor surgiu no coração desta nobre mãe ao ver seu filho numa situação de extrema vergonha e dor. Mas, enquanto para Maria, mãe de Jesus, era transpassada por esta dor, Deus pai atentava do alto céu e o tinha como um Benjamim.
Benjamim foi o nome dado por Jacó em lugar do nome Benoni que Raquel havia dado aquele filho. Isto demonstra que Jacó, naquele momento de dor e tristeza, tinha se tornando realmente um Israel pois conseguiu contemplar pelos olhos espirituais que aquela criança seria um grande líder. De fato, Benjamim se tornou o cabeça de uma tribo guerreira ( Gn 49.17), que posteriormente se uniu a Judá, a tribo real (Gn 49.8-12; I Rs 12.21), ele se tornou portanto tipo vitorioso.
Concluímos portanto, que o último filho de Raquel com Jacó é um duplo tipo de Cristo, por que como “Benoni”, ele transpassou a alma da sua mãe com uma profunda tristeza assim como Maria e Jesus, seu filho. Mas, como “Benjamim” ele foi “o filho da mão direita” de seu pai Jacó, assim como Jesus que se assentou á mão direita de Deus Pai.
Salmos 80:17 Seja a tua mão sobre o povo da tua destra, sobre o filho do homem que fortaleceste para ti.
N’Ele, por Ele e para Ele.
Pastor Flávio Alves
CHAMPLIN, R. N.O Antigo Testamento Interpretado versículo por versículo. Editora Hagnos 2ª Edição 2001 São Paulo.
NVI, Bíblia Nova Versão Internacional.
O rei Herodes revelado
construtor visionário da Terra Santa.
Por Tom Mueller
Fotografia por Michael Melford
Oito quilômetros ao sul de Jerusalém, onde os últimos atrofiado oliveiras e pedregoso milharal desaparecer no ermo despido do deserto da Judéia, um monte ergue-se abruptamente, um cone íngreme cortada no topo, como um pequeno vulcão. Esta é Herodium, uma das grandes criações de arquitetura de Herodes, o Grande, rei da Judéia, que levantou uma colina baixa em um memorial de pedras enormes de neve e rodeado com palácios de prazer, espirrando piscinas e jardins.Um governante astuto e generoso, general brilhante e um dos mais imaginativos construtores e energéticos do mundo antigo, Herodes guiou seu reino a nova prosperidade e poder. No entanto, hoje ele é mais conhecido como o monarca astuto e assassina do Evangelho de Mateus, que massacrou todos os bebês do sexo masculino em Belém, em uma tentativa fracassada de matar o recém-nascido Jesus, o Rei profetizou aos judeus. Durante a Idade Média, tornou-se uma imagem do Anticristo: manuscritos iluminados e gárgulas góticas mostrar-lhe arrancar as barbas de fúria louca e brandindo a espada contra as crianças infelizes, com Satanás sussurrando em seu ouvido. Herodes é quase certamente inocente deste crime, de que não há nenhum relatório para além do relato de Mateus. Mas ele certamente matou as crianças, incluindo três de seus próprios filhos, juntamente com sua esposa, sua sogra, e vários outros membros de sua corte. Ao longo de sua vida, ele mistura a criatividade ea crueldade, a harmonia eo caos, de formas que desafiam a imaginação moderna.
O arqueólogo israelense Ehud Netzer passou metade do século passado em busca de Herodes, o real, como ele é retratado não em palavras mas em pedra. Ele escavou muitos dos principais locais de Herodes construção em toda a Terra Santa, explorando os palácios onde o rei viveu, as fortalezas onde combateu, as paisagens onde mais se sentiu em casa. De muitos projetos de construção de Herodes imaginativa, Herodium foi o único que leva seu nome, e foi talvez o mais próximo ao seu coração. Foi aqui, no final de sua carreira ousado e manchado de sangue, que ele foi enterrado em um mausoléu nobre.
O arqueólogo israelense Ehud Netzer passou metade do século passado em busca de Herodes, o real, como ele é retratado não em palavras mas em pedra. Ele escavou muitos dos principais locais de Herodes construção em toda a Terra Santa, explorando os palácios onde o rei viveu, as fortalezas onde combateu, as paisagens onde mais se sentiu em casa. De muitos projetos de construção de Herodes imaginativa, Herodium foi o único que leva seu nome, e foi talvez o mais próximo ao seu coração. Foi aqui, no final de sua carreira ousado e manchado de sangue, que ele foi enterrado em um mausoléu nobre.
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